sexta-feira, 28 de março de 2014

Expresso: "Europeias: PPM defende mutualização da dívida e fundo de resgate para famílias"

"Lisboa, 27 mar (Lusa) - O cabeça de lista do PPM às eleições europeias, Nuno Correia da Silva, defendeu hoje a "mutualização da dívida", e propôs uma "pensão social europeia" e um "fundo de resgate para as famílias sobre-endividadas".
Nuno Correia da Silva disse que "a grande virtude" do manifesto dos 70 é demonstrar que o problema da dívida não está a ser resolvido e recusou a saída do euro, pelas consequências que teria nas taxas de juro da maioria dos empréstimos contraídos pelas famílias portuguesas.
"Temos que mostrar na Europa que o problema de um é de todos. A mutualização significa que há uma responsabilidade partilhada que permite aliviar os juros e há várias formas de o conseguir", afirmou, durante a apresentação da candidatura do PPM ao Parlamento Europeu, num hotel de Lisboa."
In http://expresso.sapo.pt

RTP: "Europeias: PPM defende mutualização da dívida e fundo de resgate para famílias"

Visão: "Europeias: PPM defende mutualização da dívida e fundo de resgate para famílias"

"Lisboa, 27 mar (Lusa) - O cabeça de lista do PPM às eleições europeias, Nuno Correia da Silva, defendeu hoje a "mutualização da dívida", e propôs uma "pensão social europeia" e um "fundo de resgate para as famílias sobre-endividadas".
Nuno Correia da Silva disse que "a grande virtude" do manifesto dos 70 é demonstrar que o problema da dívida não está a ser resolvido e recusou a saída do euro, pelas consequências que teria nas taxas de juro da maioria dos empréstimos contraídos pelas famílias portuguesas. 
"Temos que mostrar na Europa que o problema de um é de todos. A mutualização significa que há uma responsabilidade partilhada que permite aliviar os juros e há várias formas de o conseguir", afirmou, durante a apresentação da candidatura do PPM ao Parlamento Europeu, num hotel de Lisboa."
In http://visao.sapo.pt

RTP: "PPM defende mutualização da dívida e fundo de resgate para famílias"

"O cabeça de lista do PPM às eleições europeias, Nuno Correia da Silva, defendeu hoje a "mutualização da dívida", e propôs uma "pensão social europeia" e um "fundo de resgate para as famílias sobre-endividadas".
Nuno Correia da Silva disse que "a grande virtude" do manifesto dos 70 é demonstrar que o problema da dívida não está a ser resolvido e recusou a saída do euro, pelas consequências que teria nas taxas de juro da maioria dos empréstimos contraídos pelas famílias portuguesas. 
"Temos que mostrar na Europa que o problema de um é de todos. A mutualização significa que há uma responsabilidade partilhada que permite aliviar os juros e há várias formas de o conseguir", afirmou, durante a apresentação da candidatura do PPM ao Parlamento Europeu, num hotel de Lisboa. 
"A mutualização significa o aval de todos, mas não a desresponsabilização de quem a tem", sublinhou Nuno Correia da Silva, um republicano que concorre pelo partido monárquico, depois de ter liderado a Juventude Centrista e ter militado na Nova Democracia, o partido criado por Manuel Monteiro após sair do CDS-PP. 
Questionado sobre o manifesto dos 70 pela reestruturação da dívida, Nuno Correia da Silva respondeu que não se pode "continuar a fingir"e que "a grande virtude desse manifesto" é mostrar que Portugal não consegue pagar a dívida. 
"Um país que não consegue pagar juros da dívida, não está a resolver, está a acrescentar dívida à dívida", argumentou. 
O PPM avança para as eleições de 25 de maio com a proposta de uma "pensão social europeia", destinada a quem "por razões de idade ou por qualquer eventualidade, se viu privado da capacidade de trabalho". 
Essa pensão seria financiada "por impostos indiretos, tributação a incidir sobre o consumo, que permitirá aos Estados aliviar a tributação sobre o trabalho", afirmou o candidato monárquico. 
Para Nuno Correia da Silva, "a incidência do consumo oferece maior equidade porque tem por base todos os produtos, independentemente da sua origem, enquanto o atual modelo, ao incidir sobre os rendimentos do trabalho, prejudica os produtos nacionais, retirando-lhes competitividade em favor de produtos importados, sobretudo quando provêm de mercados onde o preço baixo é alcançado com o sacrifício de direitos humanos". 
A candidatura do PPM ao Parlamento Europeu propõe também a criação de "um fundo de resgate das famílias sobre-endividadas", exigindo "a mesma resposta" que foi "dada pela Europa à crise bancária". 
"A banca foi salva pelo esforço e sacrifício das pessoas, é tempo de salvar as pessoas e as famílias da especulação usurária", afirmou Nuno Correia da Silva. 
O cabeça de lista defende a necessidade de uma "Europa justa e solidária", contra a "redução de salários", argumentando que "quem derrotou o comunismo foi a justiça, foi o justo salário, a justa redistribuição do trabalho".
In www.rtp.pt

Jornal Público: "Monárquicos defendem mutualização da dívida e querem Alemanha e França fora do euro"

"Nem eurofanáticos nem eurocépticos, não defendem a saída de Portugal do euro e admitem a mutualização da dívida. Estas são algumas das propostas com que o Partido Popular Monárquico (PPM) vai a votos nas eleições europeias de Maio.
Nuno Correia da Silva, que foi candidato à presidência da Câmara de Lisboa nas últimas autárquicas, foi apresentado esta quinta-feira como cabeça de lista às eleições, seguido do histórico do partido Gonçalo da Câmara Pereira. Numa sala de um hotel em Lisboa, Câmara Pereira apresentou a candidatura de um partido “aberto à sociedade civil, da direita à esquerda” porque “a grande força do poder monárquico é representar maiorias e minorias igualmente.”
"Não somos eurofanáticos nem eurocépticos", disse Nuno Correia da Silva, perante uma plateia de cerca de duas dezenas de monárquicos. Embalados nas críticas à hegemonia da Alemanha, questionaram juntos como é que Portugal, “um país com 800 anos de história” e que ofereceu “novos mundos ao mundo”, está agora sujeito a restrições económicas e financeiras. “Que a nossa candidatura sirva para mostrar que é possível uma Europa das Nações”, disse Câmara Pereira. “Uma Europa justa e solidária”, acrescentaria Correia da Silva.
O cabeça de lista, que foi deputado pelo CDS durante o primeiro governo de António Guterres (1995/1999) e abriu caminho para o Partido Nova Democracia de Manuel Monteiro, admitiu “mecanismos de conversão das dívidas soberanas” e uma eventual mutualização da dívida numa lógica de “responsabilidade partilhada ” entre os Estados da União que permitiria aliviar os juros. Questionado pelo PÚBLICO sobre o manifesto dos 74 pela reestruturação da dívida, considerou que a sua “grande virtude” é mostrar que Portugal não consegue pagar a dívida e que na Europa “o problema de um é o problema de todos”.  
“A mutualização significa o aval de todos, mas não a desresponsabilização de quem a tem. Um país que não consegue pagar juros da dívida, não está a resolver, está a acrescentar dívida à dívida”, explicou o candidato.
A permanência de Portugal no euro não suscita dúvidas ao PPM. Se a adesão foi “leviana”, a saída de Portugal da moeda única acrescentaria apenas incerteza às famílias, que veriam os créditos duplicados. Em alternativa, propõem a desvalorização da moeda, empurrando as economias periféricas para o tabuleiro da competitividade e expulsando os “chamados donos da Europa”.
“Quem tem de sair do euro é a Alemanha e a França, não somos nós. É ao contrário”, afirmou Nuno Correia da Silva. Como prioridades, defendeu a criação de uma “pensão social europeia” financiada por impostos indirectos sobre o consumo para aliviar a tributação sobre os salários e um fundo de resgate para as famílias sobre endividadas.
Com uma votação de 0,4% nas últimas europeias, estabeleceu o combate à abstenção como uma "missão" e não deixou de antecipar a resposta aos críticos: “Vão dizer que somos conservadores, de direita, populistas (…) Não nos identificamos com a esquerda mas também nada temos a ver com a direita que se agiganta perante os fracos e se encolhe perante os fortes”.
In www.publico.pt

Porto Canal: "Europeias: PPM defende mutualização da dívida e fundo de resgate para famílias"

"O cabeça de lista do PPM às eleições europeias, Nuno Correia da Silva, defendeu hoje a "mutualização da dívida", e propôs uma "pensão social europeia" e um "fundo de resgate para as famílias sobre-endividadas".
Nuno Correia da Silva disse que "a grande virtude" do manifesto dos 70 é demonstrar que o problema da dívida não está a ser resolvido e recusou a saída do euro, pelas consequências que teria nas taxas de juro da maioria dos empréstimos contraídos pelas famílias portuguesas. 
"Temos que mostrar na Europa que o problema de um é de todos. A mutualização significa que há uma responsabilidade partilhada que permite aliviar os juros e há várias formas de o conseguir", afirmou, durante a apresentação da candidatura do PPM ao Parlamento Europeu, num hotel de Lisboa.
"A mutualização significa o aval de todos, mas não a desresponsabilização de quem a tem", sublinhou Nuno Correia da Silva, um republicano que concorre pelo partido monárquico, depois de ter liderado a Juventude Centrista e ter militado na Nova Democracia, o partido criado por Manuel Monteiro após sair do CDS-PP.
Questionado sobre o manifesto dos 70 pela reestruturação da dívida, Nuno Correia da Silva respondeu que não se pode "continuar a fingir"e que "a grande virtude desse manifesto" é mostrar que Portugal não consegue pagar a dívida. 
"Um país que não consegue pagar juros da dívida, não está a resolver, está a acrescentar dívida à dívida", argumentou.
O PPM avança para as eleições de 25 de maio com a proposta de uma "pensão social europeia", destinada a quem "por razões de idade ou por qualquer eventualidade, se viu privado da capacidade de trabalho".
Essa pensão seria financiada "por impostos indiretos, tributação a incidir sobre o consumo, que permitirá aos Estados aliviar a tributação sobre o trabalho", afirmou o candidato monárquico.
Para Nuno Correia da Silva, "a incidência do consumo oferece maior equidade porque tem por base todos os produtos, independentemente da sua origem, enquanto o atual modelo, ao incidir sobre os rendimentos do trabalho, prejudica os produtos nacionais, retirando-lhes competitividade em favor de produtos importados, sobretudo quando provêm de mercados onde o preço baixo é alcançado com o sacrifício de direitos humanos".
A candidatura do PPM ao Parlamento Europeu propõe também a criação de "um fundo de resgate das famílias sobre-endividadas", exigindo "a mesma resposta" que foi "dada pela Europa à crise bancária".
"A banca foi salva pelo esforço e sacrifício das pessoas, é tempo de salvar as pessoas e as famílias da especulação usurária", afirmou Nuno Correia da Silva.
O cabeça de lista defende a necessidade de uma "Europa justa e solidária", contra a "redução de salários", argumentando que "quem derrotou o comunismo foi a justiça, foi o justo salário, a justa redistribuição do trabalho".
ACL // SMA
Lusa/Fim"
In http://portocanal.sapo.pt/

Jornal Sol: "PPM defende mutualização da dívida"

"O cabeça de lista do PPM às eleições europeias, Nuno Correia da Silva, defendeu hoje a "mutualização da dívida", e propôs uma "pensão social europeia" e um "fundo de resgate para as famílias sobreendividadas".
Nuno Correia da Silva disse que "a grande virtude" do manifesto dos 70 é demonstrar que o problema da dívida não está a ser resolvido e recusou a saída do euro, pelas consequências que teria nas taxas de juro da maioria dos empréstimos contraídos pelas famílias portuguesas. 
"Temos que mostrar na Europa que o problema de um é de todos. A mutualização significa que há uma responsabilidade partilhada que permite aliviar os juros e há várias formas de o conseguir", afirmou, durante a apresentação da candidatura do PPM ao Parlamento Europeu, num hotel de Lisboa.
"A mutualização significa o aval de todos, mas não a desresponsabilização de quem a tem", sublinhou Nuno Correia da Silva, um republicano que concorre pelo partido monárquico, depois de ter liderado a Juventude Centrista e ter militado na Nova Democracia, o partido criado por Manuel Monteiro após sair do CDS-PP.
Questionado sobre o manifesto dos 70 pela reestruturação da dívida, Nuno Correia da Silva respondeu que não se pode "continuar a fingir"e que "a grande virtude desse manifesto" é mostrar que Portugal não consegue pagar a dívida. 
"Um país que não consegue pagar juros da dívida, não está a resolver, está a acrescentar dívida à dívida", argumentou.
O PPM avança para as eleições de 25 de Maio com a proposta de uma "pensão social europeia", destinada a quem "por razões de idade ou por qualquer eventualidade, se viu privado da capacidade de trabalho".
Essa pensão seria financiada "por impostos indirectos, tributação a incidir sobre o consumo, que permitirá aos Estados aliviar a tributação sobre o trabalho", afirmou o candidato monárquico.
Para Nuno Correia da Silva, "a incidência do consumo oferece maior equidade porque tem por base todos os produtos, independentemente da sua origem, enquanto o actual modelo, ao incidir sobre os rendimentos do trabalho, prejudica os produtos nacionais, retirando-lhes competitividade em favor de produtos importados, sobretudo quando provêm de mercados onde o preço baixo é alcançado com o sacrifício de direitos humanos".
A candidatura do PPM ao Parlamento Europeu propõe também a criação de "um fundo de resgate das famílias sobreendividadas", exigindo "a mesma resposta" que foi "dada pela Europa à crise bancária".
"A banca foi salva pelo esforço e sacrifício das pessoas, é tempo de salvar as pessoas e as famílias da especulação usurária", afirmou Nuno Correia da Silva.
O cabeça de lista defende a necessidade de uma "Europa justa e solidária", contra a "redução de salários", argumentando que "quem derrotou o comunismo foi a justiça, foi o justo salário, a justa redistribuição do trabalho".
Lusa/SOL"
In http://sol.sapo.ao