quinta-feira, 22 de maio de 2014

Jornal Diário Insular: "PPM critica "veto de gaveta" à redução de deputados"


"O líder do PPM, Paulo Estevão, acusou ontem os "grandes partidos" de pretenderem aumentar o número de deputados ao parlamento dos Açores, ao recusar aprovar na Assembleia da República uma proposta que impediria esse crescimento.
O dirigente monárquico, que falava em conferência de imprensa, na cidade da Horta, lembrou que o parlamento açoriano aprovou no ano passado uma anteproposta de lei que fixa em 57 o número máximo de deputados na região, mas o diploma nunca foi aprovado na Assembleia da República.
"O que eu noto é que os grandes partidos querem eleger mais deputados", apontou Paulo Estêvão, referindo-se ao PS e ao PSD, condenando "todos os partidos representados na Assembleia da República" por estarem a fazer um "veto de gaveta" à proposta vinda dos Açores.
Em causa está a lei eleitoral dos Açores que define que o número de deputados a eleger pela Assembleia Legislativa Regional depende do número de eleitores, situação que poderá fazer aumentar o número de parlamentares açorianos dos atuais 57 para 64.
Paulo Estêvão lembrou que o PPM defendia, inicialmente, uma redução do número de deputados para 41, solução que não foi aceite pelos restantes partidos com assento no parlamento açoriano, que acordaram em colocar uma "cláusula barreira" na legislação que impede o aumento do número de parlamentares.
"Sucede que a proposta de lei em causa foi remetida para a Assembleia da República e foi relatada a 11 de setembro de 2013, mas daí para cá os partidos representados na Assembleia da República arrumaram o processo numa qualquer secretária, aplicando assim o chamado veto de gaveta, e adiaram, indefinidamente, a votação da iniciativa", afirmou o também deputado no parlamento dos Açores.
No seu entender, o resultado das europeias do próximo domingo poderá determinar a realização de eleições antecipadas para a Assembleia da República, cenário que impediria a aprovação da alteração à lei eleitoral nesta legislatura.
"O que nos preocupa é que existe um risco muito grande dessa lei não ser aprovada na Assembleia da República a tempo de nós não aumentarmos o número de deputados", advertiu Paulo Estêvão.
O líder PPM condenou todos os partidos representados na Assembleia da República "pela passividade demonstrada neste assunto" e apelou para que a Assembleia da República agende rapidamente a apreciação e votação das alterações introduzidas na lei eleitoral referente ao Parlamento dos Açores.
O número de eleitores açorianos aumentou nos últimos anos, devido ao recenseamento automático e à alegada desatualização dos cadernos eleitorais."

In Diário Insular

terça-feira, 20 de maio de 2014

Jornal Açoriano Oriental: "PPM acusa "grandes partidos" de quererem aumentar número de deputados nos Açores"

"O líder do PPM, Paulo Estevão, acusou hoje os "grandes partidos" de pretenderem aumentar o número de deputados ao Parlamento dos Açores, recusando aprovar na Assembleia da República uma proposta que impediria esse crescimento.
O dirigente monárquico, que falava em conferência de imprensa, na cidade da Horta, lembrou que o parlamento açoriano aprovou no ano passado uma anteproposta de lei que fixa em 57 o número máximo de deputados na região, mas o diploma nunca foi aprovado na Assembleia da República.
"O que eu noto é que os grandes partidos querem eleger mais deputados", apontou Paulo Estevão, referindo-se ao PS e ao PSD, condenando "todos os partidos representados na Assembleia da República" por estarem a fazer um "veto de gaveta" à proposta vinda dos Açores.
Em causa está a lei eleitoral dos Açores que define que o número de deputados a eleger pela Assembleia Legislativa Regional depende do número de eleitores, situação que poderá fazer aumentar o número de parlamentares açorianos dos atuais 57 para 64.
Paulo Estevão lembrou que o PPM defendia, inicialmente, uma redução do número de deputados para 41, solução que não foi aceite pelos restantes partidos com assento no parlamento açoriano, que acordaram em colocar uma "cláusula barreira" na legislação que impede o aumento do número de parlamentares.
"Sucede que a proposta de lei em causa foi remetida para a Assembleia da República e foi relatada a 11 de setembro de 2013, mas daí para cá os partidos representados na Assembleia da República arrumaram o processo numa qualquer secretária, aplicando assim o chamado veto de gaveta, e adiaram, indefinidamente, a votação da iniciativa", afirmou o também deputado no parlamento dos Açores.
No seu entender, o resultado das europeias do próximo domingo poderá determinar a realização de eleições antecipadas para a Assembleia da República, cenário que impediria a aprovação da alteração à lei eleitoral nesta legislatura.
"O que nos preocupa é que existe um risco muito grande dessa lei não ser aprovada na Assembleia da República a tempo de nós não aumentarmos o número de deputados", advertiu Paulo Estevão.
O número de eleitores açorianos aumentou nos últimos anos, devido ao recenseamento automático e à alegada desatualização dos cadernos eleitorais."
In Açoriano Oriental

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Jornal Açoriano Oriental: "PPM acusa Governo dos Açores de prejudicar festas do Corvo com apoio ao rali das Flores"

"O líder do PPM, Paulo Estevão, acusou hoje o Governo Regional dos Açores de "prejudicar gravemente" o Festival do Moinhos, no Corvo, ao apoiar a realização de um rali, na mesma data, na vizinha ilha das Flores.
Numa conferência de imprensa realizada na sede do parlamento açoriano, na cidade da Horta, o dirigente monárquico considerou "inaceitável" que o executivo socialista apoie os dois eventos, que se realizam ambos entre 15 e 17 de agosto, depois de se aperceber de que ocorrem na mesma altura.
"A decisão de apoiar e promover dois eventos em simultâneo no Grupo Ocidental ou é estúpida e incompetente ou então é mal-intencionada", apontou Paulo Estevão, recordando que existe "um sem número de datas livres ao longo de todo o ano" para realizar o rali das Flores, sem ter de coincidir com os festejos do Corvo.
No seu entender, o apoio do Governo dos Açores à 1.ª edição de uma prova motorizada que integra iniciativas musicais e de lazer na ilha das Flores, "constitui uma agressão" à ilha do Corvo, que tem a "tradição secular" de celebrar a festa de Nossa Senhora dos Milagres (que inclui o Festival de Moinhos), a 15 de agosto.
O dirigente monárquico lembrou também que o Festival dos Moinhos, realizado numa ilha com apenas 400 habitantes, atrai muitos florentinos ao Corvo, cenário que teme não se repetir este ano.
"O Governo [Regional] está a infligir-nos um grave prejuízo económico e a prejudicar gravemente a divulgação turística da ilha [do Corvo]", insistiu Paulo Estevão, para quem esta situação representa "uma afronta e uma ofensa ao culto da Nossa Senhora dos Milagres".
O líder nacional e deputado do PPM à Assembleia Regional garante nada ter contra o rali da ilha das Flores, mas diz que não pode aceitar esta "tentativa do Governo" regional de "estrangular" as maiores festas da mais pequena ilha açoriana."
In Açoriano Oriental

sexta-feira, 9 de maio de 2014